Cada vez chego mais à conclusão que não há limite algum. O ser humano na sua complexidade e imensidão consegue ser "atingido", por assim dizer, por uma série de catástrofes que funcionam como formigas. Quando uma surge, as outras resolvem aparecer também, como que para ajudar à festa.
E quanto mais pensamos nos problemas, mais pesados se tornam, mais dolorosos, mais feios. Mas é impossível não pensar. Mesmo sem ser convidada, aquela ideia que nos mói o juizo teima em acompanhar-nos, ao longo do dia, dentro do bolso, qual pacote de lenços..como se já fizesse parte de nós. O problema, é que faz mesmo. O problema, é que o problema já é algo intrínseco. E mais entranhado fica consoante o tempo que lhe dedicamos. É difícil ignorar, claro. Mas não é impossivel. Basta que nos distraia-mos com outras coisas..é necessário que guardemos a mágoa que aquele problema nos está a causar, dentro da caixinha que temos debaixo da cama, onde se guardam algumas recordações (talvez esta mágoa advenha delas mesmo) e que vamos embora..que saiamos de casa, que vamos passear, tirar fotografias, ler, aproveitar a vida. Quando chegarmos a casa iremos certamente recordar-nos daquela caixinha que está mesmo ali, intocável mas é preciso que façamos o esforço de não a abrir. Não vale a pena. Deixemos as dores, as mágoas, todos aqueles problemas se acumularem ali. Deixemos que cresçam o quanto poderem..a caixa não é muito grande, afinal as recordações também já não o são. E aí abrimos um livro. Lemos, mergulhamos na história, apaixonamo-nos, choramos, rimos.. mas o importante é que estamos distraídos.
Costumam dizer que sou otimista demais. Não o nego. Sei que nada é impossivel, mas também nada é garantido. Nada é certo, mas também nada é por acaso. Nós somos aquilo que quisermos, é tão simples quanto isso. Não vale a pena complicar porque, por mais complicadas que possam ser as coisas, nós temos o poder de as tornar mais fáceis. Quanto não seja, torná-las mais simples nem que seja apenas na nossa cabeça..dentro de nós. É necessário repetir constantemente que aquilo não é assim tão grave, que tudo se irá resolver. Temos sempre duas opções: Ou superar, ou superar. E depois cabe-nos a nós decidir superar bem com sorrisos, alegria e felicidade, ou superar dentro de um mar de choros, tristezas e afins obscuros. A primeira parece-me muito melhor.
Com o passar do tempo tenho conseguido ver que o ser humano suporta tudo. Grandes perdas, pequenos ganhos, grandes derrotas, pequenas vitórias, grandes dores, pequenas felicidades. E depois há aqueles que o fazem a sorrir para a vida, acreditando que ela ainda irá sorrir para eles e os outros que optam pela sombra, que insistem em isolar-se e teimam em assumir o papel de vítima. Julgo que não existe nada pior que sermos vitimas de nós próprios. Muito pelo contrário, devemos ser a nossa melhor ajuda, a nossa melhor e maior garantia.
Cada vez mais consigo ver que ser feliz é uma opção. Mesmo que a vida não nos sorria, façamo-lo nós. Não vale a pena sermos daqueles que primeiro precisam de receber, para poder dar de seguida. Deixemo-nos de desculpas, de choradinhos, e de ares derrotistas. Mesmo quando só te apetecer chorar, contraria a dor, um dia irás vence-la pelo cansaço. Quando só quiseres isolar-te, sai de casa, viaja, conhece pessoas novas. Ninguém nos conhece melhor que nós mesmos. Mas será que nos conhecemos o suficiente para nos conhecermos?
E quanto mais pensamos nos problemas, mais pesados se tornam, mais dolorosos, mais feios. Mas é impossível não pensar. Mesmo sem ser convidada, aquela ideia que nos mói o juizo teima em acompanhar-nos, ao longo do dia, dentro do bolso, qual pacote de lenços..como se já fizesse parte de nós. O problema, é que faz mesmo. O problema, é que o problema já é algo intrínseco. E mais entranhado fica consoante o tempo que lhe dedicamos. É difícil ignorar, claro. Mas não é impossivel. Basta que nos distraia-mos com outras coisas..é necessário que guardemos a mágoa que aquele problema nos está a causar, dentro da caixinha que temos debaixo da cama, onde se guardam algumas recordações (talvez esta mágoa advenha delas mesmo) e que vamos embora..que saiamos de casa, que vamos passear, tirar fotografias, ler, aproveitar a vida. Quando chegarmos a casa iremos certamente recordar-nos daquela caixinha que está mesmo ali, intocável mas é preciso que façamos o esforço de não a abrir. Não vale a pena. Deixemos as dores, as mágoas, todos aqueles problemas se acumularem ali. Deixemos que cresçam o quanto poderem..a caixa não é muito grande, afinal as recordações também já não o são. E aí abrimos um livro. Lemos, mergulhamos na história, apaixonamo-nos, choramos, rimos.. mas o importante é que estamos distraídos.
Costumam dizer que sou otimista demais. Não o nego. Sei que nada é impossivel, mas também nada é garantido. Nada é certo, mas também nada é por acaso. Nós somos aquilo que quisermos, é tão simples quanto isso. Não vale a pena complicar porque, por mais complicadas que possam ser as coisas, nós temos o poder de as tornar mais fáceis. Quanto não seja, torná-las mais simples nem que seja apenas na nossa cabeça..dentro de nós. É necessário repetir constantemente que aquilo não é assim tão grave, que tudo se irá resolver. Temos sempre duas opções: Ou superar, ou superar. E depois cabe-nos a nós decidir superar bem com sorrisos, alegria e felicidade, ou superar dentro de um mar de choros, tristezas e afins obscuros. A primeira parece-me muito melhor.
Com o passar do tempo tenho conseguido ver que o ser humano suporta tudo. Grandes perdas, pequenos ganhos, grandes derrotas, pequenas vitórias, grandes dores, pequenas felicidades. E depois há aqueles que o fazem a sorrir para a vida, acreditando que ela ainda irá sorrir para eles e os outros que optam pela sombra, que insistem em isolar-se e teimam em assumir o papel de vítima. Julgo que não existe nada pior que sermos vitimas de nós próprios. Muito pelo contrário, devemos ser a nossa melhor ajuda, a nossa melhor e maior garantia.
Cada vez mais consigo ver que ser feliz é uma opção. Mesmo que a vida não nos sorria, façamo-lo nós. Não vale a pena sermos daqueles que primeiro precisam de receber, para poder dar de seguida. Deixemo-nos de desculpas, de choradinhos, e de ares derrotistas. Mesmo quando só te apetecer chorar, contraria a dor, um dia irás vence-la pelo cansaço. Quando só quiseres isolar-te, sai de casa, viaja, conhece pessoas novas. Ninguém nos conhece melhor que nós mesmos. Mas será que nos conhecemos o suficiente para nos conhecermos?

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