Irrita-me taaanto ter de estar a ouvir alguém a chupar rebuçados mesmo do meu lado!!
O meu pai come cerca de 10 rebuçados entre as 19:20h e as 20:00h (hora a que chega do trabalho e se senta no sofá a ver Morde e Assopra até à hora de jantar) e inerva-me tanto ter de estar a ouvi-lo a fazer aquela barulheira até mais não. Queredo, parece que não existe amanhã! É que tou mesmo quentinha no sofá e tenho de levantar o rabo para ir para outro sitio, só para não me passar e lhe dar um berro.
É que são uns atrás dos outros, porra!
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Blog's
Como eu adoro andar de blog em blog a ler os desabafos, vontades, criticas, desejos e paixões de tantas pessoas. Acho que a coisa mais ajuizada que fiz nos entretantos foi criar este blog.
Em cada blog que leio, encontro um post que me dá mais força e que me faz ficar mais contente. Chego a rir-me com as coisas que leio, tal é a admiração por tal situação acontecer a alguém. Fico triste com algumas histórias que leio até porque me consigo identificar com as mesmas. Mas também consigo ficar reconfortada com algumas histórias que me levam a pensar que afinal não "estou sozinha no mundo" com tudo o que se passa comigo. Não quer dizer que queira o mal de alguém, nada disso. É só que, quando constatamos que mais alguém está numa situação semelhante à nossa ou que até se encontra pior, conseguimos sentir-nos mais "aliviados" de certa forma. Deixamos de pensar que o mal só nos acontece a nós, que só nós é que somos azaradas ou até que nunca mais conseguiremos ter mais sorte pela vida fora. Que dramatismo né?
E eu procuro esse conforto, esse alivio pelos blog's que vou encontrando, que vou lendo. Chego mesmo à conclusão que há pessoas em situações muito mais "graves" que a minha e continuam aí, cheias de força e coragem e tudo de positivo. Sei que por dentro e que, perante a sociedade, revelam ser algo que não são na verdade e que é apenas quando chegam aqui, ao blog, que conseguem desabafar e ter o momento "delas" em que não têm problemas em mostrar quem são. Porque aqui ninguem as critica, ninguem as julga. Todos as compreendem.
Obrigada a todas/os por continuarem a aquecer-me o coração *
Em cada blog que leio, encontro um post que me dá mais força e que me faz ficar mais contente. Chego a rir-me com as coisas que leio, tal é a admiração por tal situação acontecer a alguém. Fico triste com algumas histórias que leio até porque me consigo identificar com as mesmas. Mas também consigo ficar reconfortada com algumas histórias que me levam a pensar que afinal não "estou sozinha no mundo" com tudo o que se passa comigo. Não quer dizer que queira o mal de alguém, nada disso. É só que, quando constatamos que mais alguém está numa situação semelhante à nossa ou que até se encontra pior, conseguimos sentir-nos mais "aliviados" de certa forma. Deixamos de pensar que o mal só nos acontece a nós, que só nós é que somos azaradas ou até que nunca mais conseguiremos ter mais sorte pela vida fora. Que dramatismo né?
E eu procuro esse conforto, esse alivio pelos blog's que vou encontrando, que vou lendo. Chego mesmo à conclusão que há pessoas em situações muito mais "graves" que a minha e continuam aí, cheias de força e coragem e tudo de positivo. Sei que por dentro e que, perante a sociedade, revelam ser algo que não são na verdade e que é apenas quando chegam aqui, ao blog, que conseguem desabafar e ter o momento "delas" em que não têm problemas em mostrar quem são. Porque aqui ninguem as critica, ninguem as julga. Todos as compreendem.
Obrigada a todas/os por continuarem a aquecer-me o coração *
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Coisas boas
Não se vê viv'alma na rua. Nem carros se vê passar. Não está muito frio, mas está-se melhor em casa do que por aí à "roleta".
A minha mãe negou-se a acender a lareira. Diz que não vale a pena e que ainda virão dias de muito frio para eu me poder derreter. Fiquei um bocadinho aborrecida mas já passou. Vou ter saudades destes dias quando for embora. A casa de lá é gelada, não existirá o calor da minha mãe para me aquecer, muito menos lareira para me deliciar. Não há mesmo nada como estarmos em casa com os nossos. Apesar de a minha irmã andar um bocadinho insuportável, ao jantar disse-me que já estava a ficar "linda outra vez (como ela) visto que estou melhor da cara..muito melhor". É verdade (não o estar linda outra vez) mas sim o "estar melhor". Agora já não se vêem borbulhas, já não se vêem aquelas marcas vermelhonas, horríveis, que faziam gostar menos de mim dia após dia. A minha cara está a voltar ao que era. Apenas se mantêm as marcas e a pele está toda a escamar. As pinturas do carnaval, ao invés de me fazerem ficar 10000x pior, apenas me secaram até ao mais ínfimo de mim qual gato que está morto há mais de 3 meses. Julgo que as bases e afins, contrariamente a irritar-me, fizeram com que as bacteria'zinhas morressem pois taparam todos os buraquinhos que a minha rica cara tem para respirar. Meras suposições, o que interessa é que, finalmente estou melhor.
Quando começamos a deitar foguetes antes da festa, a coisa geralmente, nunca corre bem. Vamos a ver se não é o caso.
Agora vou só desligar isto, deitar-me ali no sofá cheia de mantas e agarrar-me ao livro (se o descobrir entretanto). Depois é só esperar (não muito tempo) que o sono venha apagar-me.
Ai como era bom se pudessemos escolher os sonhos.
A minha mãe negou-se a acender a lareira. Diz que não vale a pena e que ainda virão dias de muito frio para eu me poder derreter. Fiquei um bocadinho aborrecida mas já passou. Vou ter saudades destes dias quando for embora. A casa de lá é gelada, não existirá o calor da minha mãe para me aquecer, muito menos lareira para me deliciar. Não há mesmo nada como estarmos em casa com os nossos. Apesar de a minha irmã andar um bocadinho insuportável, ao jantar disse-me que já estava a ficar "linda outra vez (como ela) visto que estou melhor da cara..muito melhor". É verdade (não o estar linda outra vez) mas sim o "estar melhor". Agora já não se vêem borbulhas, já não se vêem aquelas marcas vermelhonas, horríveis, que faziam gostar menos de mim dia após dia. A minha cara está a voltar ao que era. Apenas se mantêm as marcas e a pele está toda a escamar. As pinturas do carnaval, ao invés de me fazerem ficar 10000x pior, apenas me secaram até ao mais ínfimo de mim qual gato que está morto há mais de 3 meses. Julgo que as bases e afins, contrariamente a irritar-me, fizeram com que as bacteria'zinhas morressem pois taparam todos os buraquinhos que a minha rica cara tem para respirar. Meras suposições, o que interessa é que, finalmente estou melhor.
Quando começamos a deitar foguetes antes da festa, a coisa geralmente, nunca corre bem. Vamos a ver se não é o caso.
Agora vou só desligar isto, deitar-me ali no sofá cheia de mantas e agarrar-me ao livro (se o descobrir entretanto). Depois é só esperar (não muito tempo) que o sono venha apagar-me.
Ai como era bom se pudessemos escolher os sonhos.
Nutrição um mês depois
Bem, visitei a nutricionista aqui há dias. Não obtive boas notícias, no entanto pensei que estivesse pior tendo em conta que apenas cumpri o plano nas duas primeiras semanas. Com a ida a França e com o Carnaval, foram constantes as falhas no "sistema". Ora, por isso mesmo, emagreci 200 gramaaaaas! Que tristeza.
A médica não gostou nada e deu-me outro plano. Mas foi bom chegar cá fora e ouvir a minha mãe dizer "Oh, pensei que tivesse bem pior. 200 é já alguma coisa". E é mesmo. E agora, fica aqui prometido, não vão existir exceções, não vão existir saltos fora da linha. Irei cumprir tudinho tudinho à risca. E para o mês que vem, vamos ver se ganho, ou não, aquela coisa terrível chamada balança!
Fico feliz da vida se vir, de novo, o meu 50.. 57 é um bocado brusco demais. hm hm.
Adeus pão com molho, vou sentir saudades tuas.
Adeus pão com molho, vou sentir saudades tuas.
N.
É assim que o sol morre por cá, para voltar a ressuscitar no dia seguinte. Acho que nunca vi nada tão maravilhoso na minha vida. Se cada "click" pudesse conter emoção para que, posteriormente, fosse passada à pessoa que irá pôr os olhos na fotografia, esta teria, sem dúvida, uma boa dose de encanto, espanto, paixão e tristeza por saber que dentro de poucos minutos a luz irá apagar-se para dar lugar a um "tecto" escuro com luzes pequenas e um candeeiro grande o suficiente para iluminar todo o Mundo.
Hoje, até ver, é o dia mais quente do ano. Suponho que o entardecer será igual a esta fotografia. E hoje, até porque domingo vou embora para a Terra indesejada, vou gastar os ultimos cartuchos, sentada na areia à espera que a enorme bola de fogo desapareça de vista.
É muito bom viver por aqui.
Frases que tudo dizem
"Às vezes a gente vai-se fechando dentro da própria cabeça, e tudo começa a parecer muito mais difícil do que realmente é."
Caio Fernando Abreu
Talvez seja realmente assim.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Repentes
Hoje, às 23:10h, foi a primeira vez que me passou pela cabeça fazer uma tatuagem.
Gosto de coisas simples, com significado. Este símbolo (da força), é simples, e tem imenso significado para mim. Pode ser uma coisa do momento, já sei como sou. Mas se a ideia andar a roer-me daqui em diante, faço-a e pronto.
A ver vamos.
Lições
É uma sensação estranha. São 22:12h, estou de pijama, do sofá vou para a cama, o saco que continha todas as roupinhas destinadas a cada dia de balhe(=baile), está vazio.
Apesar da sensação de "alívio", tendo em conta que os pés já se andavam a queixar, também me assola uma sensação de melancolia imensa. Os dias que se seguem vão ser assim. Por estas bandas, o carnaval é a época mais importante do ano. São 360 dias à espera de algo que passa num minuto. Se durante estes 5 dias, não há doenças que nos cheguem, agora vai andar tudo a queixar-se. As caras das pessoas terão um semblante pesado, as músicas de carnaval poder-se-ão ouvir a sair baixinho pela boca daqueles que ainda não conseguiram deixar o carnaval ir embora. Todos estes pequenos pormenores mostram o quão importante se torna esta altura e quão difícil é deixar com que se vá embora.
Odeio finais, odeio despedidas, odeio habituar-me às coisas e ter, posteriormente, que me desabituar delas. Odeio ter de deixar ir, algo que, para mim, é tão importante, tão bom.
Apesar de ter de te encarar dia após dia, acabo o carnaval com a confiança de que não te deixei ganhar. E isso reconforta-me. Por tua causa até destes dias deixei de gostar. Mas, apesar de tudo, de só me apetecer estar sentada, amuada, triste, consegui contrariar-me e mostrar que nós podemos ser o que quisermos. Basta só isso mesmo: querer.
É.. foi a lição que aprendi neste Carnaval. Aliás, aprendi muitas e irei mencionando quais são à medida que me for lembrando. Por pior que estejamos, por mais fracos, por mais em baixo que possamos encontrar-nos, "o cérebro é que ordena". Precisamos de muita coisa para parecer que estamos lá bem em cima. Mas o essencial é repetir constantemente para nós mesmos que aquilo não nos pode afetar. Temos de aprender a gostar de nós e, como só queremos bem às pessoas de quem gostamos, só podemos desejar esse mesmo "bem" para nós mesmos. Portanto, se algo te faz infeliz, se algo te faz mal, larga de mão..deixa ir e tenta ser feliz. Não podemos ficar à espera que as pessoas o façam por nós até porque isso é impossível. Por mais que nos tentem fazer sorrir, que façam de tudo para que estejamos bem, se não quisermos estar e se não fizermos por isso, não valerá a pena. Primeiro, é preciso que nos sintamos completos apenas connosco e depois podemos transbordar com os amigos, família, e todas as coisas que se juntam para nos fazer sorrir no dia a dia.
Eu sei o quão díficil foi encarar mais um carnaval. Mas estou "feliz". Estou aliviada não apenas por ir descansar os pés mas também porque consegui subir mais um pedacinho do monte. E foi um grande "pedacinho".
Conseguimos tudo o que quisermos..basta acreditar que sim.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Finito
E hoje acaba o carnaval. Hoje acabam as noites seguidas a ver-vos dançar agarradinhos. E, por isso mesmo, hoje acaba o meu papel (que, diga-se de passagem, tenho representado muito bem). Esta coisa de fingir que está tudo ótimo quando, na verdade, estou podre por dentro (mesmo sério), dá trabalho, cansa e farta. Porque depois chegamos a casa e, ao invés de podermos, finalmente ser nós, chorar, berrar, arrancar os cabelos, cortar os pulsos, temos também de continuar a fingir mais um bocadinho. A minha mãe não pode ver-me triste. Sabe logo do que se trata. E não quero, de todo, que pense que ainda ando "agarrada" a isto. Trata de me perguntar se vi "o falecido" pelo balhe(= baile), eu respondo que sim e ela sai-se com "e não te fez confusão?". Claro que a minha vontade seria dizer: achas que não?? só chorei, só pedi para que a A. não me deixasse sozinha e que tivesse ali do meu lado não vão as minhas pernas ceder quando a confusão me fizer passar perto deles. Mas para que a minha mãe não tenha mais essa preocupação, digo somente que não..não me fez confusão nenhuma. Afinal, já nem sinto nada..é-me igual. E ela (como quem acredita uns 70%) sorri e riposta "assim é que tem de ser! Ele escolheu o caminho dele." e vai embora com a questão, que a tem andado a atormentar desde há muito: "se até a mim me faz tanta confusão vê-los juntos, como é que ela é capaz de lidar com isso?". Pois. Elas dizem o mesmo. E eu sinceramente também não sei. Mas uma coisa é certa..a ele não posso dar o prazer de perceber que ainda me é tão importante. E ela não pode perceber que ainda preciso tanto daquele que agora é seu e que há tempos atrás foi meu. As músicas tocam, eles dançam agarrados, sorriem, riem, brincam. Há dois anos atrás foi comigo que ele riu, foi por mim que ele sorriu..era comigo que ele dançava.. Como eu tenho saudades. Agora aceitava sempre que me pedisses para ir dançar contigo. Eu dizia muitas vezes que não..preferia andar a dançar sozinha. O arrependimento é sempre tão persistente que chega a pesar.
As pessoas olham para mim..Todos sabem que aquele, o P., era o P. da S.. E a S. era a S. do P. Iria ser sempre assim. E acham estranha aquela imagem. Eles os dois a dançar e eu a dançar também, por diferentes caminhos (para os tentar evitar) e com diferentes disposições. Mas tenho disfarçado bem. As lágrimas quando caem, perdem-se no sorriso (mais falso que já tive) e torna-se quase impossível reparar que elas estão lá. E, aos olhos do mundo (até mesmo dele, que há muito deixou de me conhecer), a S. está bem. Apenas quem me conhece muito bem e todos aqueles que viveram o nosso percurso, de perto, tentam confortar-me sempre que os dois passam por mim. Agarram-me, sorriem, tocam-me. E eu vejo na cara deles a pena. Que tenham. Eu também tenho pena de mim atualmente. Não anda a ser fácil.
Ontem tocou a nossa música, [ocoraçãoagradece]. Aquela que cantavas para mim e que dizias ser a indicada para a nossa relação, dado que eu era tão ruim'zinha! Quando começou a tocar, senti mesmo o coração a apertar. As pernas tremeram, quase que a ceder e formou-se aquele nó na garganta que existe sempre quando temos uma vontade tremenda de chorar e não podemos. Eu dancei-a sozinha e vocês dançaram-na agarrados, afinal, estas musicas tocam para os casais terem o seu momento de "amor, descanso e relax", depois de tanto saltar. Os olhos começaram a embaciar mas o sorriso manteve-se e repeti ao longo de toda a musica "não interessa..já acabou..força, tens de ser forte, vá. nada de dar parte fraca, tu odeias dar parte fraca". Frases e palavras que, surgiam em catadupa na minha cabeça e que, apesar de confusas, me ajudaram a aguentar os longos 3:24s que se seguiram.
Atualmente tudo parece estar a desmoronar-se à minha volta. Os problemas, confusões e afins, andam a ser tantos que eu, sinceramente, não sei para onde me virar nem o que fazer. É caso para dizer que, já há algum tempo que não vivo..não aproveito, não estou feliz. Apenas sobrevivo. Ando por aí, simples.
Que saudades que tenho minhas. Só quero acordar e perceber que isto tudo (cara, peito, P.,) não passou de um mau filme que passei a tarde de domingo a ver mas que acabou já. Agora desligo a televisão e volto à minha rotina antiga, da qual tanto gostava. E aí sou feliz.
Não pode ser assim, eu sei. E tenho de me começar a habituar a isso. Ai S. , acorda e volta para mim por favor!
As pessoas olham para mim..Todos sabem que aquele, o P., era o P. da S.. E a S. era a S. do P. Iria ser sempre assim. E acham estranha aquela imagem. Eles os dois a dançar e eu a dançar também, por diferentes caminhos (para os tentar evitar) e com diferentes disposições. Mas tenho disfarçado bem. As lágrimas quando caem, perdem-se no sorriso (mais falso que já tive) e torna-se quase impossível reparar que elas estão lá. E, aos olhos do mundo (até mesmo dele, que há muito deixou de me conhecer), a S. está bem. Apenas quem me conhece muito bem e todos aqueles que viveram o nosso percurso, de perto, tentam confortar-me sempre que os dois passam por mim. Agarram-me, sorriem, tocam-me. E eu vejo na cara deles a pena. Que tenham. Eu também tenho pena de mim atualmente. Não anda a ser fácil.
Ontem tocou a nossa música, [ocoraçãoagradece]. Aquela que cantavas para mim e que dizias ser a indicada para a nossa relação, dado que eu era tão ruim'zinha! Quando começou a tocar, senti mesmo o coração a apertar. As pernas tremeram, quase que a ceder e formou-se aquele nó na garganta que existe sempre quando temos uma vontade tremenda de chorar e não podemos. Eu dancei-a sozinha e vocês dançaram-na agarrados, afinal, estas musicas tocam para os casais terem o seu momento de "amor, descanso e relax", depois de tanto saltar. Os olhos começaram a embaciar mas o sorriso manteve-se e repeti ao longo de toda a musica "não interessa..já acabou..força, tens de ser forte, vá. nada de dar parte fraca, tu odeias dar parte fraca". Frases e palavras que, surgiam em catadupa na minha cabeça e que, apesar de confusas, me ajudaram a aguentar os longos 3:24s que se seguiram.
Atualmente tudo parece estar a desmoronar-se à minha volta. Os problemas, confusões e afins, andam a ser tantos que eu, sinceramente, não sei para onde me virar nem o que fazer. É caso para dizer que, já há algum tempo que não vivo..não aproveito, não estou feliz. Apenas sobrevivo. Ando por aí, simples.
Que saudades que tenho minhas. Só quero acordar e perceber que isto tudo (cara, peito, P.,) não passou de um mau filme que passei a tarde de domingo a ver mas que acabou já. Agora desligo a televisão e volto à minha rotina antiga, da qual tanto gostava. E aí sou feliz.
Não pode ser assim, eu sei. E tenho de me começar a habituar a isso. Ai S. , acorda e volta para mim por favor!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Nanana
Vi-a agora e ia escrever mais um testamento sobre vocês/ela, a demonstrar que a noite começa bem para mim. Mas arrependi-me, apaguei tudo e decidi que não..não quero estar a escrever nada sobre vocês..muito menos sobre ela. Hm.. vou ronronar mais um bocadinho até a hora combinada, a ver se o meu mau humor, consequência do sono, não afeta a minha noite.
Respirar fundo
Posso respirar de alívio hoje. A noite correu bem pois não o vi na rua. Nem a ele nem à andorinha que anda sempre de volta dele e que ele deixa debicar.
Diverti-me à grande! Julgo que ontem tenha sido a "verdadeira" noite de carnaval. O que é estranho pois a sexta é sempre o pior dia. Mas eu gosto de ser diferente..sempre gostei. E por isso, para mim, ontem foi a melhor noite. Não houve choros, não houve amuos (quase nenhuns) e estavamos lindas. Mas hoje já me vou preparando. Tenho-me mentalizado ao longo do dia que vais estar pela rua. Tu e ela. Vão andar a dançar à minha frente e tu não vais perder a oportunidade de me mostrar que estás todo feliz da vida. Mas como tu me disseste tantas vezes, "o cérebro é que manda" e eu estou a meter na cabeça que o que vou encontrar logo à noite, será normal. Afinal, vocês são um casal.
E eu vou fazer uma promessa. Mesmo que fique triste, não o vou mostrar e toda eu vou ser felicidade. Afinal, não preciso de ti para nada. Só de mim..de mim e delas.
Boa sorte S.
Diverti-me à grande! Julgo que ontem tenha sido a "verdadeira" noite de carnaval. O que é estranho pois a sexta é sempre o pior dia. Mas eu gosto de ser diferente..sempre gostei. E por isso, para mim, ontem foi a melhor noite. Não houve choros, não houve amuos (quase nenhuns) e estavamos lindas. Mas hoje já me vou preparando. Tenho-me mentalizado ao longo do dia que vais estar pela rua. Tu e ela. Vão andar a dançar à minha frente e tu não vais perder a oportunidade de me mostrar que estás todo feliz da vida. Mas como tu me disseste tantas vezes, "o cérebro é que manda" e eu estou a meter na cabeça que o que vou encontrar logo à noite, será normal. Afinal, vocês são um casal.
E eu vou fazer uma promessa. Mesmo que fique triste, não o vou mostrar e toda eu vou ser felicidade. Afinal, não preciso de ti para nada. Só de mim..de mim e delas.
Boa sorte S.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Coisas do coração
Hoje começa o Carnaval, por estas bandas.
Se por um lado a Dona Felicidade toma conta de 90% do meu Eu, os restantes 10% destinam-se às tentativas (quase) falhadas da Tristeza que, de Dona, não tem nada, apesar de o querer. Então comigo é uma coisa parva. Quer mandar em mim como gente grande. Bem tento não lhe dar conversa..mas por vezes lá me convence e eu caio que nem um patinho.
O Carnaval era a maior alegria que eu podia ter, aqui há uns anos. Quando o coração ainda não amava mais ninguém se não ele mesmo. Quando rapazes, para mim, eram sinónimo de pessoas normais, que se limitam a existir. E agora, passado um ano, depois de ter obrigado o meu pequenino coração a ver para além de mim, tenho de o obrigar a fechar os olhos.. Mas ele não quer. Afinal, quando damos um doce, pela primeira vez a uma criança, não podemos, nunca mais, impedir que ela o volte a desejar.
E é o que acontece comigo, contigo que lês isto, com toda gente. Ele esta sossegadinho, limita-se a bater por nós. De repente vem alguém que nos obriga a exigir que ele bata por outro. E no fim, quando tudo acaba e esse outro decide que a casa se tornou pequena demais para três, queremos, à força, que ele deixe de saber bater por dois. Tarde demais. Quando conseguimos nadar 500 metros, deixamos de nadar apenas 100. Mostramos-lhe que é bom amar, ele ama e depois já não consegue regredir. Não consegue voltar a bater apenas por uma pessoa só. Tornou-se um passo muito lento. E quando vemos esse tal outro, ele teima em bater mais e mais e mais..talvez na ilusão de que se bater com muita muita força, consiga chegar perto do outro. Consiga fazer com que esse outro o ouça e se lembre "já bati por ti..". Mas nunca ouve. E se ouvisse, fingia não o ter feito. E resta-nos, a nós, confortá-lo. Resta-nos a nós consolá-lo, acalmá-lo e mostrar que, por mais que ralhemos com ele para que esqueça quem há muito se esqueceu de nós, nunca o iremos abandonar. Porque até na hora em que tudo acaba, esperamos que ele páre e parta, para que, logo no segundo a seguir, nós partamos também.
Se por um lado a Dona Felicidade toma conta de 90% do meu Eu, os restantes 10% destinam-se às tentativas (quase) falhadas da Tristeza que, de Dona, não tem nada, apesar de o querer. Então comigo é uma coisa parva. Quer mandar em mim como gente grande. Bem tento não lhe dar conversa..mas por vezes lá me convence e eu caio que nem um patinho.
O Carnaval era a maior alegria que eu podia ter, aqui há uns anos. Quando o coração ainda não amava mais ninguém se não ele mesmo. Quando rapazes, para mim, eram sinónimo de pessoas normais, que se limitam a existir. E agora, passado um ano, depois de ter obrigado o meu pequenino coração a ver para além de mim, tenho de o obrigar a fechar os olhos.. Mas ele não quer. Afinal, quando damos um doce, pela primeira vez a uma criança, não podemos, nunca mais, impedir que ela o volte a desejar.
E é o que acontece comigo, contigo que lês isto, com toda gente. Ele esta sossegadinho, limita-se a bater por nós. De repente vem alguém que nos obriga a exigir que ele bata por outro. E no fim, quando tudo acaba e esse outro decide que a casa se tornou pequena demais para três, queremos, à força, que ele deixe de saber bater por dois. Tarde demais. Quando conseguimos nadar 500 metros, deixamos de nadar apenas 100. Mostramos-lhe que é bom amar, ele ama e depois já não consegue regredir. Não consegue voltar a bater apenas por uma pessoa só. Tornou-se um passo muito lento. E quando vemos esse tal outro, ele teima em bater mais e mais e mais..talvez na ilusão de que se bater com muita muita força, consiga chegar perto do outro. Consiga fazer com que esse outro o ouça e se lembre "já bati por ti..". Mas nunca ouve. E se ouvisse, fingia não o ter feito. E resta-nos, a nós, confortá-lo. Resta-nos a nós consolá-lo, acalmá-lo e mostrar que, por mais que ralhemos com ele para que esqueça quem há muito se esqueceu de nós, nunca o iremos abandonar. Porque até na hora em que tudo acaba, esperamos que ele páre e parta, para que, logo no segundo a seguir, nós partamos também.
Descobrindo
Eu fico estupefacta com a quantidade de bandas e, consequentes, músicas que habitam este mundo e que nós (vá, eu, mais propriamente), desconhecemos.
De quando em vez e de vez em quando, calho de ir ao youtube, meto um nome de uma musica que me agrade e depois faço maravilhosas descobertas a cada clique. A descoberta de hoje, que adoro, passa por aqui: [ocoraçãoagradece].
Como eu gosto destas musicas que aquecem o coração..que fazem com que nos sintamos felizes, apaixonadas, encantadas com a vida. E que resultam, posteriormente, numa sucessão de "lá lá lá's" ao longo do dia..
Gracias a vocês que acordam um dia de manhã com a vontade de dar música às pessoas que, como eu, se encantam com coisas destas...com pequenos pormenores.
De quando em vez e de vez em quando, calho de ir ao youtube, meto um nome de uma musica que me agrade e depois faço maravilhosas descobertas a cada clique. A descoberta de hoje, que adoro, passa por aqui: [ocoraçãoagradece].
Como eu gosto destas musicas que aquecem o coração..que fazem com que nos sintamos felizes, apaixonadas, encantadas com a vida. E que resultam, posteriormente, numa sucessão de "lá lá lá's" ao longo do dia..
Gracias a vocês que acordam um dia de manhã com a vontade de dar música às pessoas que, como eu, se encantam com coisas destas...com pequenos pormenores.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Jeremyyyyy
Hoje descobri esta, [ocoraçãoagradece] e será a que vou ouvir até a saber tim tim por tim tim..e, posteriormente, me fartar. Porque é que eu teimo em ser assim?!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Das que não matam mas moem
- A teu ver, quanto dura o amor entre duas pessoas? - perguntou Margarida, inesperadamente, depois de ter bebido um copo de água.
- Que pergunta! Depende. Os amores não são todos iguais. Há amores que duram uma vida inteira e outros que não...
- E o nosso de que tipo é?
- Também é uma boa pergunta Margarida. O nosso.. O nosso é um amor daqueles que nem sequer devia ter começado.
- A sério? Já terminou?
- Não disse que terminou, disse que não devia ter começado. É uma coisa diferente.
- Não sei se é uma coisa diferente. Carlos, diz-me sinceramente, o facto de que não devia ter começado quer dizer que tem de terminar agora?
- Não te sei responder, Margarida, tu fazes perguntas que parecem simples mas são mesmo muito complicadas.
- Eu não percebo as tuas respostas.
- Não as percebes porque não as podes perceber.
- Então explica-mas.
- Gostaria de o fazer mas não consigo.
- Não gosto nada destas voltas que dás à conversa Carlos! Há uns meses encontrámo-nos e, passado pouco tempo, pediste-me que viesse para cá morar.
- Tens mesmo a certeza de que te pedi?
- Não! Mas foi natural. Vim para cá nessa noite e depois fiquei.
- Pois, mas eu não sabia que ficavas. Não tinha pensado nisso.
- Mas foi bonito...
- Muito. Margarida, escuta, eu não vou ficar cá, vou-me embora.
- Está bem. Iremos para onde quiseres.
- Para onde eu vou, tu não podes ir. Irá outra pessoa comigo!
- Quem?
- A minha mulher. Ficou lá em cima no Norte. Ficou à espera que eu encontrasse trabalho. Como não encontrei, vou ter com ela e partiremos para o estrangeiro. Tenho pena Margarida...
- Como é fácil, Carlos..Tu falas e parece tudo fácil, como se nós nem fôssemos verdadeiros, mas apenas uma das tuas brincadeiras. Levavas-me a passear oferecendo-me o mundo inteiro e na outra ponta de Portugal havia uma mulher que era tua esposa, uma mulher que estava à tua espera. Falaste-lhe de nós dois?
- É claro que não! Nunca achei que a nossa história tivesse um futuro. Margarida, gosto muito de ti, mas aquela é a mulher que quero e com quem decidi viver, ter uma família...
- E do filho que estou à espera, que pensas fazer?
- Quê?? Tu estás grávida?? Não sei..Espero que não me queiras arranjar problemas!
- Não Carlos, não vou arranjar-te problemas nenhuns! É como se nunca nos tivessemos conhecido, como se nunca se tivesse passado nada!
- És um anjo Margarida..uma rapariga de ouro..e..e..podes ficar nesta casa. É pequeníssima, mas para ti e para a tua criança irá dar. Que nome lhe vais dar?
Mas Margarida não respondeu, levantou-se da mesa e começou a fazer a mala de Carlos. Não, não podia chorar, não agora. Como as coisas podem mudar de um momento para o outro?! Fazia bem em arrumar-lhe a mala, era o gesto evidente da mulher que quer logo pôr à porta o homem que a enganou. Ao vê-la tão determinada, talvez ele pensasse melhor..talvez se arrependesse. Mas a partir da cabeça, aquele choro desembarcava mais em baixo no peito como um balde de metal cheio de água que lentamente, com uma corda, se faz descer com cuidado para não entornar. <Nem uma lágrima, Margarida!! Deixa que este peso desça dentro de ti, que pare onde quiser, mas ainda cheio.>
Carlos encontrava-se à janela, a fumar, de costas para a brisa ligeira da noite, de olhar fixo no quarto, sem o pousar em nada em particular.
Entretanto, ao descer, o balde de água que Margarida tinha dentro dela, começou a bater contra as paredes internas do corpo, a dar-lhe uns safanões que começaram a fazê-la vacilar. Com uma camisa na mão, viu a sala rodopiar e caiu redonda no chão.
Acordou já deitada na cama. A primeira coisa que disse foi "Carlos..." mas a sua voz ecoou pela casa, sem resposta. Olhou melhor ao seu redor e encontrou uma carta que continha a letra daquele que lhe havia destroçado o coração, horas atrás:
- Que pergunta! Depende. Os amores não são todos iguais. Há amores que duram uma vida inteira e outros que não...
- E o nosso de que tipo é?
- Também é uma boa pergunta Margarida. O nosso.. O nosso é um amor daqueles que nem sequer devia ter começado.
- A sério? Já terminou?
- Não disse que terminou, disse que não devia ter começado. É uma coisa diferente.
- Não sei se é uma coisa diferente. Carlos, diz-me sinceramente, o facto de que não devia ter começado quer dizer que tem de terminar agora?
- Não te sei responder, Margarida, tu fazes perguntas que parecem simples mas são mesmo muito complicadas.
- Eu não percebo as tuas respostas.
- Não as percebes porque não as podes perceber.
- Então explica-mas.
- Gostaria de o fazer mas não consigo.
- Não gosto nada destas voltas que dás à conversa Carlos! Há uns meses encontrámo-nos e, passado pouco tempo, pediste-me que viesse para cá morar.
- Tens mesmo a certeza de que te pedi?
- Não! Mas foi natural. Vim para cá nessa noite e depois fiquei.
- Pois, mas eu não sabia que ficavas. Não tinha pensado nisso.
- Mas foi bonito...
- Muito. Margarida, escuta, eu não vou ficar cá, vou-me embora.
- Está bem. Iremos para onde quiseres.
- Para onde eu vou, tu não podes ir. Irá outra pessoa comigo!
- Quem?
- A minha mulher. Ficou lá em cima no Norte. Ficou à espera que eu encontrasse trabalho. Como não encontrei, vou ter com ela e partiremos para o estrangeiro. Tenho pena Margarida...
- Como é fácil, Carlos..Tu falas e parece tudo fácil, como se nós nem fôssemos verdadeiros, mas apenas uma das tuas brincadeiras. Levavas-me a passear oferecendo-me o mundo inteiro e na outra ponta de Portugal havia uma mulher que era tua esposa, uma mulher que estava à tua espera. Falaste-lhe de nós dois?
- É claro que não! Nunca achei que a nossa história tivesse um futuro. Margarida, gosto muito de ti, mas aquela é a mulher que quero e com quem decidi viver, ter uma família...
- E do filho que estou à espera, que pensas fazer?
- Quê?? Tu estás grávida?? Não sei..Espero que não me queiras arranjar problemas!
- Não Carlos, não vou arranjar-te problemas nenhuns! É como se nunca nos tivessemos conhecido, como se nunca se tivesse passado nada!
- És um anjo Margarida..uma rapariga de ouro..e..e..podes ficar nesta casa. É pequeníssima, mas para ti e para a tua criança irá dar. Que nome lhe vais dar?
Mas Margarida não respondeu, levantou-se da mesa e começou a fazer a mala de Carlos. Não, não podia chorar, não agora. Como as coisas podem mudar de um momento para o outro?! Fazia bem em arrumar-lhe a mala, era o gesto evidente da mulher que quer logo pôr à porta o homem que a enganou. Ao vê-la tão determinada, talvez ele pensasse melhor..talvez se arrependesse. Mas a partir da cabeça, aquele choro desembarcava mais em baixo no peito como um balde de metal cheio de água que lentamente, com uma corda, se faz descer com cuidado para não entornar. <Nem uma lágrima, Margarida!! Deixa que este peso desça dentro de ti, que pare onde quiser, mas ainda cheio.>
Carlos encontrava-se à janela, a fumar, de costas para a brisa ligeira da noite, de olhar fixo no quarto, sem o pousar em nada em particular.
Entretanto, ao descer, o balde de água que Margarida tinha dentro dela, começou a bater contra as paredes internas do corpo, a dar-lhe uns safanões que começaram a fazê-la vacilar. Com uma camisa na mão, viu a sala rodopiar e caiu redonda no chão.
Acordou já deitada na cama. A primeira coisa que disse foi "Carlos..." mas a sua voz ecoou pela casa, sem resposta. Olhou melhor ao seu redor e encontrou uma carta que continha a letra daquele que lhe havia destroçado o coração, horas atrás:
"Querida Margarida,
A nossa história foi breve, mas a generosidade do teu amor sincero, levo-a comigo e jamais a esquecerei. Embarco pela alvorada. Quando leres estas minhas palavras, já terei partido. Se puderes, perdoa-me.
Teu, Carlos."
Com amor..
A ti, que não o conheces como eu. A ti que não o conheceste como eu o conheci. A ti que, fiques com ele os anos que ficares, nunca vais sabê-lo tão de cor como eu.
A ti que não soubeste ficar no teu lugar. A ti que ainda haverás de ser muito infeliz. Tanto quanto eu já fui por tua causa.
A ti.. que a ele já desejei muito.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
São Valentim
"Dia dos Namorados. Eu sozinha. Tu sozinho. Eu sem ti. Tu sem mim. Semi-destruídos. Semi-aliviados. Eu a pensar em ti. E tu em mim."
Miguel Esteves Cardoso,[mas podia bem ser minha]
E hoje, apesar de não ter a certeza, julgo que a coisa se está a passar ou passou mais ou menos assim.
Primeiro dia dos namorados sem contacto contigo. Hm..fiz a minha vidinha normal. Lembrei-me de ti, como me lembro sempre. Tive um bocadinho de saudades tuas, como tenho sempre. E continua a bater-me o coração deste modo tão descompassado por tua causa, como tem vindo a bater sempre. Não digo que estejas a pensar em mim, a desejar passar este dia do meu lado. Mas sim, deves ter-te lembrado. Pela mínima coisa que possas ter visto, que possas ter ouvido..deves ter-te lembrado. (In)Feliz dia dos namorados, longe de mim, perto de outrém :)
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Milagres
- Vasco, sabes o que é um milagre?
- Não, o que é?
- É uma dor que a certa altura deixa de doer, mas que, aconteça o que acontecer, continua a existir, agora e para sempre.
Esteja eu Onde Estiver, Romana Petri
[logo vi que o livro era interessante]
- Não, o que é?
- É uma dor que a certa altura deixa de doer, mas que, aconteça o que acontecer, continua a existir, agora e para sempre.
Esteja eu Onde Estiver, Romana Petri
[logo vi que o livro era interessante]
Hey, hey
Não tenho tido sequer vontade de escrever. Tenho andado chochinha e, como tal, tenho tendência para me afastar do mundo. Mas ao que parece, passou um bocadinho, dado que vim dar o meu parecer :)
A vida tem-me corrido bem, ou pelo menos eu tento que corra. Tento agarrar todas as oportunidades de ser feliz, mas possuo uma caraterística que me impede de as manter comigo. A verdade é que sou eu mesma que as atiro fora após um período longo de oscilações que se prende entre "ora quero, ora não quero". O pior é que isto acontece, também, com as pessoas que se aproximam de mim..o que é grave. Depois no fim (porque tudo tem sempre um fim), ando a "chorar" qual Maria Madalena porque ainda não percebi que a culpa é sempre minha. Não gosto que as pessoas percebam que preciso delas. Tão simples quanto isso.
Andei pela França os dias que passaram, com a mãe do meu ex-amor, o carnaval já começou, hoje foi adiada a consulta do nutricionista, o sol brilha lá fora, ando a ler um livro que me agrada bastante ("Esteja eu onde estiver")..Basicamente tenho tudo o que quero comigo.
Mas continua a faltar-me qualquer coisa. Não é um namorado, cheguei a essa conclusão. Porque não quero ninguém a meu lado. Ainda não estou preparada e acho que, se fosse como a maioria dos/as mortais (arranjar um logo a seguir ao outro), a minha cabeça andava a ferver. Ter alguém do meu lado implica AINDA que esse alguém seja igual à pessoa do passado, o que é impossível. No entanto, também é impossível, para mim, que não o seja (e já lá vai 1 anos, + coisa, - coisa). Por isso não, não é um namorado que me faz falta. A propósito, tenho de me ir comprar a prenda para amanhã. Acho graça a este dia..Quando o tinha do meu lado não achava muita, visto que nunca sabia o que lhe dar. Mas não sou como aquelas pessoas que só porque não têm um namorado, dizem que odeiam o dia dos mesmos. Eu gosto e espero comemorar muitos no futuro. Até lá a minha criatividade aumenta, espero.
Entretanto começam as aulas e eu já ando a ficar desorientada com essa realidade! Não tenho sequer paciência para estágios, frequências, ataques cardíacos por causa dessas mesmas frequências e toda uma panóplia de coisas que só as universidades oferecem e que nós temos de aceitar mesmo que não queiramos.
Contudo, e porque ainda me restam uns bons dias'zinhos de descanso mental, vou ver se aproveito e se não penso muito nisto (e no resto).
[ocoraçãoagradece] Hoje é isto que se ouve por aqui.
A vida tem-me corrido bem, ou pelo menos eu tento que corra. Tento agarrar todas as oportunidades de ser feliz, mas possuo uma caraterística que me impede de as manter comigo. A verdade é que sou eu mesma que as atiro fora após um período longo de oscilações que se prende entre "ora quero, ora não quero". O pior é que isto acontece, também, com as pessoas que se aproximam de mim..o que é grave. Depois no fim (porque tudo tem sempre um fim), ando a "chorar" qual Maria Madalena porque ainda não percebi que a culpa é sempre minha. Não gosto que as pessoas percebam que preciso delas. Tão simples quanto isso.
Andei pela França os dias que passaram, com a mãe do meu ex-amor, o carnaval já começou, hoje foi adiada a consulta do nutricionista, o sol brilha lá fora, ando a ler um livro que me agrada bastante ("Esteja eu onde estiver")..Basicamente tenho tudo o que quero comigo.
Mas continua a faltar-me qualquer coisa. Não é um namorado, cheguei a essa conclusão. Porque não quero ninguém a meu lado. Ainda não estou preparada e acho que, se fosse como a maioria dos/as mortais (arranjar um logo a seguir ao outro), a minha cabeça andava a ferver. Ter alguém do meu lado implica AINDA que esse alguém seja igual à pessoa do passado, o que é impossível. No entanto, também é impossível, para mim, que não o seja (e já lá vai 1 anos, + coisa, - coisa). Por isso não, não é um namorado que me faz falta. A propósito, tenho de me ir comprar a prenda para amanhã. Acho graça a este dia..Quando o tinha do meu lado não achava muita, visto que nunca sabia o que lhe dar. Mas não sou como aquelas pessoas que só porque não têm um namorado, dizem que odeiam o dia dos mesmos. Eu gosto e espero comemorar muitos no futuro. Até lá a minha criatividade aumenta, espero.
Entretanto começam as aulas e eu já ando a ficar desorientada com essa realidade! Não tenho sequer paciência para estágios, frequências, ataques cardíacos por causa dessas mesmas frequências e toda uma panóplia de coisas que só as universidades oferecem e que nós temos de aceitar mesmo que não queiramos.
Contudo, e porque ainda me restam uns bons dias'zinhos de descanso mental, vou ver se aproveito e se não penso muito nisto (e no resto).
[ocoraçãoagradece] Hoje é isto que se ouve por aqui.
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